Prazos e tarifas

Entenda o aumento na conta de energia (Março/2015)

Desde 02 de março de 2015 está em vigor o novo valor da tarifa de energia elétrica, determinado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), para todas as distribuidoras. Esse aumento se deve ao aumento do custo de geração de energia hidrelétrica e acionamento de usinas termoelétricas, por conta do baixo nível de água dos reservatórios das usinas. O aumento médio de uma conta para clientes residenciais foi de 33%.
 
ATENÇÃO: Esclarecemos que o acionamento da bandeira vigente no mês (verde, amarela ou vermelha) independe do seu consumo individual. Ela é definida com base no custo para a geração de energia elétrica do país e aplicada para todos os clientes do território nacional.

Algumas dicas para conferir o valor de sua conta:
Confira o histórico de consumo na sua conta de energia. Caso o consumo esteja na média e o valor mais alto, a diferença de valor é por conta do aumento determinado pela Aneel.

Você sabia que no caso de consumo acima de 200 kWh sua faixa de aliquota de ICMS passa a ser de 25%? Esse pode ser também um dos motivos de uma diferença fora da média de um mês para outro, já que no caso de consumo abaixo de 200 kWh, a aliquota é de 12%. 
 
Confira no gráfico abaixo os motivos do aumento e impacto (Revisão Tarifária Extraordinária e Sistema de Bandeiras Tarifárias) numa conta residencial plena da AES Eletropaulo de R$ 100,00. Clique e conheça as novas tarifas.
 
 
 
Para os clientes de alta tensão, representados pelas empresas, indústrias e comércios, o valor médio do reajuste extraordinário foi de 32,5%. Clique e conheça as novas tarifas.
 
Conforme gráfico acima, a nova tarifa da AES Eletropaulo, que inclui a revisão extraordinária e bandeiras tarifárias, deve-se à utilização de usinas termoelétricas, que geram custos adicionais no preço da energia para suprir a demanda do país. Esse cenário é resultado da escassez de chuvas que comprometeu a recomposição dos reservatórios das usinas hidrelétricas, principal fonte de geração de energia do Brasil. Houve impacto no custo, também, devido ao reajuste da tarifa de Itaipu, em 46%, em dólar. Dos 32% de índice médio do reajuste extraordinário (média de todas as classes de tarifas: residencial plena, baixa renda, serviços públicos, rural, alta e média tensão), 8,17% referem-se ao custo de geração.
 
Outro fator que pesou foi a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). Nela entram todos os programas de benefícios para os clientes, como subsídios para tarifa de baixa renda.  Os recursos da CDE são repassados às distribuidoras de acordo com as necessidades e características de cada área de concessão. Com o fim dos aportes pelo Tesouro Nacional passa a ser necessária a cobrança via tarifa, para manter o equilíbrio econômico/financeiro dos contratos de concessão. Dos 32% de índice médio do reajuste extraordinário (média de todas as classes de tarifas: residencial plena, baixa renda, serviços públicos, rural, alta e média tensão), 23,8% referem-se à CDE.

 
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