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Fim das lâmpadas incandescentes

A energia elétrica chegou no Brasil há pouco mais de cem anos. O tempo foi passando, as tecnologias avançaram e hoje, a lâmpada incandescente, grande novidade no século passado, se mostra incompatível com nossas necessidades de eficiência e economia. Por isso, a partir deste mês, está proibida no país a produção e comercialização dessas lâmpadas, de 41 e 60W. 

Felizmente, temos boas alternativas para substituí-las, como as lâmpadas fluorescentes ou as de LED. Esta última é a mais recomendável. E sabe o porquê? A durabilidade média de uma lâmpada de LED é 4 vezes maior que uma fluorescente. Ou seja, há economia de recursos naturais na produção e redução do volume descartado após o uso, o que a torna uma solução mais sustentável. Além disso, as fluorescentes levam mercúrio em sua composição, material altamente tóxico que, se descartado incorretamente, pode contaminar o solo e a água. 

Sim, as lâmpadas de LED são mais caras. Porém, o gasto a mais na compra do produto é compensado no valor da conta de luz, ao final do mês. Alguns modelos, inclusive, funcionam com dimmer – controle que permite ajustar a iluminação do ambiente –, o que gera ainda mais economia. 

Quanto à luminosidade, entre LED e fluorescente não há diferença. Mas é importante sempre prestar atenção na hora da compra, pois nos dois tipos existem modelos, de mesma potência, que são muito brancas ou com tons amarelados, mais parecidos com as antigas incandescentes. Nesse caso, é questão de gosto, e a escolha pode ser feita de acordo com a decoração do ambiente. 

Confira e compartilhe nosso vídeo​, que fala sobre as principais vantagens das lâmpadas de LED, com dados e comparativos, mostrados de maneira divertida e educativa.​
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